// REDES EM MOVIMENTO
PROTOCOLO DECORADO
NÃO PASSA EM TROUBLESHOOTING
Cada animação mostra o que acontece de verdade no cabo: quem manda o quadro, o que o switch aprende, onde o pacote é descartado. Passo a passo, no seu ritmo. Sem cadastro.
// FUNDAMENTOS · 6
Endereçamento IP: para onde o host envia
Prefixo, máscara, gateway e descoberta de vizinhos: o caminho que IPv4 e IPv6 fazem para alcançar destino local e destino remoto.
8 passos · CCNAIPv6: como o host se configura e se protege
RA, SLAAC, NDP, DHCPv6-PD, AAAA, dual-stack e RA Guard: o caminho que um host IPv6 percorre pra sair na internet sem depender de DHCP.
6 passos · CCNATabela MAC: como o switch aprende e encaminha
Do flood de unicast desconhecido ao encaminhamento na porta certa: como o switch preenche a tabela MAC e decide para onde manda o quadro.
6 passos · CCNAARP: como o host descobre o MAC do gateway
Passo a passo do ARP dentro de uma VLAN: request em broadcast, reply unicast do gateway e a entrada que fica no cache do PC.
5 passos · CCNAPortas e transporte: como o dado acha a aplicação
TCP, UDP e números de porta decidem qual processo recebe cada pacote. Acompanhe o caminho de uma requisição HTTPS, passo a passo.
7 passos · CCNACloud: como VPC, subnets, SG e NAT se encaixam
Do acesso do usuário ao link híbrido: VPC/VNet, subnets pública e privada, SG e NACL, NAT Gateway e VPN ou link dedicado, passo a passo.
// SWITCHING · 9
VLAN: como o switch separa e o trunk marca
A porta access classifica, a VLAN isola em camada 2, a tag 802.1Q identifica no trunk e o roteador faz o inter-VLAN. Passo a passo.
5 passos · CCNAPorta access: como o switch define a VLAN
A porta access prende o host em uma única VLAN. O PC nunca vê tag 802.1Q, quem classifica o quadro é a configuração da porta.
6 passos · CCNATrunk 802.1Q: como a VLAN atravessa dois switches
Do quadro sem tag na porta access até a entrega do outro lado: como a tag 802.1Q mantém a VLAN 10 de pé no link entre SW1 e SW2.
5 passos · CCNANative VLAN: o quadro que cruza o trunk sem tag
Como a native VLAN funciona no trunk 802.1Q, o que quebra quando as pontas divergem e por que o IOS reclama via CDP e PVST+.
5 passos · CCNAVoice VLAN: voz e dados na mesma porta
Telefone IP e PC dividem a Gi0/12: o switch anuncia a voice VLAN por CDP ou LLDP-MED e separa voz taggeada de dados sem tag.
5 passos · CCNABPDU Guard: a porta cai antes do loop nascer
Passo a passo do que acontece quando um switch indevido manda BPDU numa porta de usuário: detecção, err-disable e recuperação.
5 passos · CCNAStorm Control: o switch corta o excesso de broadcast
Como o switch mede broadcast por porta, compara com o limiar configurado e bloqueia o tráfego quando a tempestade começa.
5 passosSPAN: como o switch copia tráfego para análise
Port mirroring passo a passo: o switch duplica o tráfego de uma porta e entrega a cópia ao analisador, sem tirar o pacote original do caminho.
5 passosJumbo frames: por que a MTU tem que bater
O caminho inteiro precisa da mesma MTU. Um trecho em 1500 descarta o quadro de 9000, e o sintoma chega como lentidão, não como erro.
// ROTEAMENTO · 5
ICMP: como o ping prova que o destino responde
Echo Request sai, Echo Reply volta. O caminho completo do ping salto a salto, com TTL, RTT e o que cada falha realmente significa.
5 passosMulticast: como o fluxo chega só a quem pediu
Um fluxo sai do servidor, a rede replica no ponto certo e só os inscritos no grupo 239.1.1.1 recebem. IGMP, snooping e PIM na prática.
6 passosIS-IS: como a adjacência vira rota
Do Hello IIH até o SPF: como roteadores IS-IS formam adjacência, inundam LSPs e instalam a melhor rota na tabela.
6 passosSegment Routing: o caminho vai dentro do pacote
Como o IGP distribui SIDs, como o headend empilha rótulos e por que o núcleo não precisa guardar estado de fluxo nenhum.
7 passosPeering e BGP: como a Internet se conecta
ASN, trânsito IP, IXP, PNI, CDN e filtros RPKI: o caminho que um prefixo percorre até virar rota aceita na Internet.
// SERVIÇOS IP · 3
DNS: como um nome vira endereço IP
Passo a passo da resolução de nome: cache local, resolver recursivo, servidor autoritativo e o IP que a aplicação usa pra abrir a conexão.
5 passos · CCNAQoS: como a rede prioriza voz no link cheio
Classificação, marcação DSCP, filas e prioridade: o caminho de um pacote de voz quando o link WAN não tem banda para todo mundo.
7 passos · CCNAObservabilidade: do contador ao alerta no NOC
Do inventário ao alerta: como SNMP, Syslog, NetFlow e telemetria viram painel de KPI e ticket aberto no NOC.
// SEGURANÇA · 10
ACL: como o roteador decide o que passa
Passo a passo de uma ACL estendida: avaliação em ordem, a primeira correspondência decide e o deny implícito fecha a lista.
5 passos · CCNAPort Security: o switch barrando MAC intruso
Passo a passo do que acontece na Gi0/10 quando um MAC fora da política aparece: violação, err-disabled e a volta da porta.
7 passos · CCNAAAA: quem entra, o que pode e o que fez
Autenticação, autorização e accounting em sequência: do login SSH ao registro do comando, com fallback local quando o servidor cai.
8 passos · CCNAVPN de acesso remoto: do login até o log
Oito passos do acesso remoto: autenticação, IKEv2, túnel IPsec com ESP, rotas split ou full, política por grupo e log de sessão.
8 passos · CCNAFirewall: como o pacote é julgado, passo a passo
Zona, regra, tabela de estado, NAT, inspeção e log: a sequência que decide se o pacote sai da LAN ou morre no firewall.
8 passos · CCNAIPS: como o tráfego vira alerta ou bloqueio
Passo a passo do IPS inline: decode de protocolo, assinatura, anomalia, severidade, ação e o log que o SOC vai ler depois.
8 passos · CCNAHardening: a ordem certa de fechar o equipamento
Oito passos para reduzir superfície de ataque em equipamento Cisco: baseline, serviços, ACL de gestão, AAA, CoPP, logs, patch e auditoria.
7 passosZero Trust: como o acesso é decidido a cada sessão
Identidade, postura do dispositivo, política de risco, ZTNA e SASE decidindo acesso por aplicação, sem entregar a rede inteira ao usuário.
8 passosMitigação DDoS: da telemetria ao WAF
Telemetria, reputação, blocklist, rate limit, RTBH, FlowSpec, scrubbing e WAF: como cada camada corta um pedaço do abuso de tráfego.
8 passosRedes OT: como IT e chão de fábrica ficam separados
Do modelo Purdue ao PLC: como DMZ industrial, SCADA, IHM, protocolos OT, firewall de zona e monitoramento passivo protegem o processo.
// WIRELESS · 2
Wi-Fi: como o cliente entra na rede sem fio
Do beacon do access point ao primeiro pacote no servidor: descoberta, associação, 4-way handshake, DHCP e a ponte entre WLAN e LAN.
7 passos · CCNAWi-Fi avançado: do canal ao roaming, o que pesa
Canal, potência, RSSI/SNR, 802.1X, roaming 11k/v/r, OFDMA e WMM: os sete pontos que decidem se a rede sem fio funciona ou vira ticket.
// AUTOMAÇÃO E OPERAÇÃO · 3
Automação de redes: da intenção ao rollback
Inventário, source of truth, template, API, execução, validação, GitOps e rollback: o caminho que uma mudança de rede percorre quando o processo existe.
6 passos · CCNASD-WAN: como o Edge escolhe o caminho
Edge, underlay, overlay e política central: como a SD-WAN decide por qual link cada aplicação sai da filial.
6 passos · CCNASD-WAN: o que cada componente faz de verdade
Edge, controller, orchestrator, gerenciamento e política: o que cada componente faz de fato numa arquitetura SD-WAN.
// DATA CENTER · 6
Spine-leaf: como o tráfego cruza a fabric
Underlay L3 entre leafs e spines, ECMP distribuindo fluxos e saída norte-sul pelo border leaf. O caminho do pacote dentro do data center.
3 passosSpine-leaf L3: como o tráfego cruza a fabric
Duas camadas de switches, uplinks roteados com ECMP e servidores dual-homed no par de leafs. O desenho da rede de data center moderna.
6 passosClos: por que data center virou spine-leaf
Do core hierárquico ao spine-leaf: como a malha Clos distribui fluxos com ECMP, escala na horizontal e sobrevive à perda de um spine.
6 passosVXLAN: um L2 inteiro dentro de um pacote UDP
Veja o VTEP pegar um quadro Ethernet, embrulhar em IP/UDP e mandar atravessar uma fabric que só sabe rotear.
6 passosEVPN: BGP substitui o flood-and-learn
Veja o leaf anunciar MAC e IP via BGP, o spine refletir a rota e o leaf remoto aprender sem nenhum flood.
6 passosFabric de data center: as camadas por cima do spine-leaf
Underlay, overlay, controle EVPN, políticas e automação, todas trabalhando juntas numa fabric moderna.
// SD-WAN · 14
Underlay SD-WAN: os links reais por baixo do overlay
Compare MPLS, Internet, banda larga e 4G/5G, os transportes físicos que a SD-WAN combina.
6 passosOverlay SD-WAN: a rede lógica por cima dos links
Veja túnel IPsec, GRE, segmentação e topologia lógica formando a rede que os sites enxergam.
6 passosRoteamento SD-WAN: da LAN até o TLOC
Veja rota local virar rota SD-WAN, TLOC identificar o transporte e o controller distribuir tudo entre os Edges.
6 passosPolíticas SD-WAN: intenção decide o caminho
Veja regra por aplicação, preferência de transporte, SLA e segurança decidindo o caminho do tráfego.
6 passosSLA na SD-WAN: as métricas que decidem o caminho
Veja latência, jitter, perda e disponibilidade virando a decisão de qual link carrega cada aplicação.
6 passosIdentificação de aplicações: DPI e NBAR na prática
Veja o Edge reconhecer SaaS, voz, vídeo e tráfego desconhecido antes de decidir qualquer política.
6 passosSegurança na SD-WAN: da criptografia ao Zero Trust
Veja IPsec, certificado, firewall, IDS/IPS, filtro de DNS e Zero Trust formando as camadas de proteção do Edge.
6 passosSD-WAN na nuvem: Cloud OnRamp, AWS e Azure
Veja a filial acessar AWS, Azure e SaaS sem dar a volta pelo data center central.
6 passosSASE e SSE: rede e segurança na mesma nuvem
Veja SWG, CASB, ZTNA e FWaaS protegendo navegação, SaaS e aplicação privada, tudo entregue pela nuvem.
6 passosAlta disponibilidade SD-WAN: dois Edges, dois links
Veja como redundância de equipamento e de transporte mantêm a filial online quando algo falha.
6 passosAutomação SD-WAN: do ZTP ao upgrade em escala
Veja Zero-Touch Provisioning, template, API, telemetria e orquestração reduzindo esforço manual em cada site.
8 passosSD-WAN por fabricante: o mesmo conceito, arquiteturas diferentes
Compare rapidamente o foco de Cisco, Meraki, Fortinet, VeloCloud, Aruba, Versa, Juniper e Nokia em SD-WAN.
9 passosTroubleshooting SD-WAN: a ordem que não perde tempo
Siga underlay, túnel, registro, certificado, política, SLA, rota, NAT e MTU, nessa ordem, pra achar o problema rápido.
8 passosLaboratórios SD-WAN: oito cenários pra treinar
Overlay, ZTP, escolha de link, failover, backup celular, voz, segmentação e troubleshooting, todos num mapa só.
// MPLS · 5
MPLS Labels: push, swap e pop no backbone
Veja como o mesmo pacote ganha, troca e perde uma label MPLS ao atravessar PE, P e PE de novo.
4 passosVRF: uma tabela de rotas por cliente
Veja como o mesmo roteador mantém tabelas separadas e evita que o tráfego de um cliente vaze pro outro.
4 passosMPLS L3VPN: rota de cliente vira VPNv4
Veja como uma rota anunciada pelo CE-A chega ao CE-B via MP-BGP, RD, RT e labels, sem os dois sites se conhecerem.
5 passosMPLS L2VPN: o quadro Ethernet vira pseudowire
Veja um quadro Ethernet do cliente atravessar o backbone dentro de duas labels, como se fosse um cabo virtual.
4 passosTroubleshooting MPLS: a ordem que resolve rápido
Checklist visual pra quando VPN, L2VPN ou VRF param de funcionar: underlay, depois label, depois VRF, depois serviço.
// CLOUD E EDGE · 3
Kubernetes: o caminho do pacote até o pod
CNI, Service, kube-proxy, Ingress e LoadBalancer: cada peça da rede do Kubernetes e o que ela resolve no caminho até o container.
7 passosCDN e edge: como o conteúdo chega perto do usuário
Do CNAME no DNS até o cache hit no PoP: como CDN, TLS, WAF e origem dividem o trabalho para entregar a página com baixa latência.
7 passosSatélite e NTN: como o link chega ao site remoto
Do terminal VSAT ao core 5G: o caminho do tráfego por LEO, MEO ou GEO, com gateway terrestre, SD-WAN e os limites de RTT e chuva.
Ver funcionando é metade. A outra metade é acertar a questão.
O diagnóstico do PacketPass é gratuito e mostra em quais domínios do CCNA você ainda erra.
DIAGNÓSTICO CCNA · GRÁTIS →Animações adaptadas a partir do VisualNetwork, com autorização.